quarta-feira, 6 de novembro de 2013

APRESSADOS CRÔNICOS

Meu Deus do céu. Será a pressa uma doença? Pergunto aos amigos psicólogos. Hoje fui à padaria pela manhã pra comprar um pãozinho quente. Quando peguei a fila para pesar os pães, atrás de mim chegou um sujeito de uns 45 anos. Ele em todo momento chegava à direita e parecia querer me ultrapassar. Só faltou dar seta. Haviam duas balanças e dois funcionários para pesar. A atendente pegou meus pãezinhos para pesar e no mesmo instante, a outra atendente pegou os pães desse meu “amigo”. Parecia que a menina que o atendia era mais ágil e ele iria ser atendido primeiro. Percebendo isso, ele já começou a me ultrapassar colocando o braço pra pegar a embalagem dele. Só que a máquina deu problema e acabou o papel. Enquanto isso, a menina que me atendia entregou meu pacote. Ele ficou  puto e gritou um palavrão. Todos da padaria olharam, mas  ele que continuou xingando. Quando cheguei ao caixa, fiz questão de deixa-lo ultrapassar. Ele não se fez de rogado e passou na frente mesmo. Saiu da padaria já acendendo um cigarro e entrando no carro. Imagino esse cara numa BR. 

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