segunda-feira, 30 de abril de 2012

PEDRO SIMON É QUE É O CARA

Vi um pronunciamento dele no senado agora de arrepiar os cabelos. Ele falava especialmente sobre a CPI do Cachoeira e sobre as CPIs em Geral. Simon sempre foi um cara ultra sincero e com uma moral acima de qualquer suspeita. Seus depoimentos já derrubaram gente forte. Sua palavra ressoa com um trovão na tribuna. Ele é do PMDB mas não poupa nem o seu partido, que ainda chama de MDB Ele num certo momento começou a fazer observações sobre FHC. Falou que o Fernando Henrique agora voltou a falar após ficar amordaçado por Alkmin e Serra que cismaram de escondê-lo. Só que agora Fernando Henrique vem dizendo que no governo Lula teve muito mais corrupção que no governo dele. Simon lembrou ao ex-presidente que o único presidente que realmente puniu corrupção foi Itamar Franco, que tirava do governo até amigos pessoais sobre quem recaíssem suspeitas.Visto que até o Hargreaves, que era de sua cota pessoal saiu do governo até provar sua inocência. Simon lembrou que a corrupção generalizada começou exatamente no governo FCH, que criou até o termo "toma-lá-dá-cá", que significava que pequenos favores poderiam ser trocados para que assuntos de interesse do governo pudessem ser votados, principalmente para a reeleição, que era interesse de FCH. Simon também não poupou Lula, que para ele também deixou rolar, teve a mesma malandragem de seu antecessor, deixou a cachoeira virar o que virou. Simon deixou claro que tem admiração pelos dois ex-presidentes, que acredita na seriedade dos dois e nos avanços que seus governos representaram para o país. Só os considerou omissos com relação à impunidade Ele disse também que está muito otimista com a maneira com que a Dilma vem conduzindo a nação, que parece ser menos afeita a esses "jeitinhos" utilizados pelos predecessores. Ele diz torcer para que enfim a CPI do Mensalão seja votada, mesmo atingindo gente do PSDB, do PT e do próprio partido dele, o PMDB. Se mostrou muito confiante no supremo que é comandado por gente séria e diz confiar mais do que nunca em nós internautas cidadãos espalhados pelo país. Tá surpreso? Mas é isso mesmo. Simon lembrou que estava falando para um plenário vazio, mas que na verdade, pela TV SENADO, falava com muita gente pelo país afora. Ele lembrou que as REDES SOCIAIS tem mobilizado as pessoas e possibilitado revoluções pontuais pelo planeta. Então, tá na hora de nos unirmos ao SIMON e pedirmos o fim de impunidade e um basta na corrupção.  

VALEU, TRIBO DO ROCK !!!! ( resenha sobre o Rock na Rua de Aniversário)

A CHUVA NÃO VEIO...AINDA BEM...

Á tarde eu conversava com a Maria Cecília da banda "The Travel" pelo face. Ela dizia: - Parece que vai chover. Só falta essa. É só falar que vai ter rock que chove. É que duas edições do Rock na Rua foram adiados por causa de chuva. Mas desta vez São Pedro cooperou.

AUDIO FUNCHO

A banda já entrou no palco ousando com uma música instrumental. De cara emendou uma música própria e foi aquecendo. Enquanto isso, o pessoal da técnica ia acertando o som. A banda aos poucos foi ganhando o público. Principalmente quando tocou Raul. Depois, pintou a incendiária presença de Bruno Soares cantando clássicos do Pink Floyd. Delírio geral. As releituras que a banda mandou ficaram interessantes, como em "Você não gosta de Mim, mas sua filha gosta". Bacana também a versão para "Encontros e Despedidas", de Fernando Brant e Milton Nascimento. Outra que marcou foi "Eu quero é botar meu bloco na rua", de Sérgio Sampaio. Eles também tocaram a autoral "Limites" que as vezes parece uma valsa, hora tem um que de música brega. Coisas da cabeça do Lakim. Alias, Lakim mandou muito bem na batera. Gosto dele tocando. James mandou som na guitarra. Willian  tocando um baixo gordo e swingado. E o MC Bruno Leal na voz solo e comunicação com o público. Houve sim altos e baixos na mixagem do som. Em certos momentos o som saturava de graves. Eu não tinha acesso direto ao palco. Na hora dos shows, a porta ficava fechada e não dava pra interceder. Depois, parece que perceberam e corrigiram o problema e o som ficou perfeito. O Audio Funcho agradou bastante e saiu do palco aplaudido. 

THE TRAVEL

Quem vê as meninas do "The Travel", tão novinhas, não imaginam o som que mandam. Trata-se de um banda de cordas afiadas, com Clara Albuquerque no baixo e violão, Maria Cecilia e Tamires nas Guitarras , completando com André Freitas na bateria. O repertório da turma é muito bem escolhido, bem atual, mesclando algumas coisas mais pop e outras mais roqueiras. A participação de Bruno Soares foi interessante por mostrar o lado instrumental da banda. Enquanto o Bruno cantava, a banda funcionava como apoio, tocando com eficiência, gestual e envolvimento. Há de se registrar também Maria Cecília tocando gaita em Love Me Do, dos Beatles. Dá um toque exótico ao show. Podia até arriscar a gaita em outras músicas. A música Come Together, também dos Beatles é outra que fica muito bem na interpretação da "The Travel". A única coisa que falta à banda são algumas músicas próprias, aquelas que as bandas precisam ter para se lançar. Se não tiver facilidade pra compor, tem alguns compositores por perto. Tem o Aggeu Marques, tem a Isa Lelis, tem o Lakim, o Marco Aurélio do Infocus, eu também fiquei de passar algumas músicas. Muita coisa boa pra rolar ainda... 

BRUNO BAND

O Brunão tá merecendo uma banda própria pra fazer som  O cara tá cantando e tocando muito. Canta de forma visceral, com a alma. Ele pode convidar os músicos e montar a banda que as coisas vão acontecer. Pode ter Floyd, pode ter Foo Fighters, pode ter Lobão, pode ter participações. Ah...tem de escolher um nome de banda pois Bruno Band não fica legal (rs).

ROSE IN BLACK

Aquilo nem foi um show, foi uma celebração. A tribo do Heavy metal entrou em extase com o som pesado e em alto volume Assim que o pessoal do Roseinblack começou a tocar a tribo metaleira chegou toda pra frente do palco. Os caras montaram um repertório matador e a turma se descabelava lá em baixo. Teve momentos mágicos, em que o público entoava os cânticos do metal. Nesse momento,Yank Bicalho regia o público. A banda no palco também mandava som com muito vigor, com o bumbo duplo fazendo estrago em quem estava próximo ao palco. Temi pelos meus tímpanos. As guitarra do Igor é um paredão sonoro. A guitarra do Maurício hora fechava o paredão com o Igor, hora se soltava em solos, tudo muito bem executado. O que incomodava é que o som voltou a dar uns graves inconvenientes. Tentei novamente chegar ao palco pra dar um toque no pessoal do som, mas não consegui. Na real, quem tava próximo ao palco tava tendo um som de qualidade somado ao som dos próprios instrumentos do pessoal no palco, que tavam altos pra caramba. Mas o público não tava nem saí pros detalhes técnicos e curtiu pra caramba, fez o ritual de acordo. 

TRIBO DO ROCK CORRESPONDEU

A primeira banda era mais psicodélica, hora meio rock, meio samba, fazendo releituras de alguns clássicos, tocando músicas próprias muito legais também, fazendo um link com o rock mundial com a participação do Brunão. A galera geral absorveu muito bem. A turma saiu muito aplaudida. Depois veio a quase girl band "The travel". Digo quase porque teve o André Freitas na batera e o Bruno Soares na participação especial. As meninas também saíram muito aplaudidas. Olhando pro público, tinha muitas tribos, mas prevalecia o heavy metal. A turma de preto, da caveirinha e dos moshs tava em número muito maior. Por isso, quando o Rose In Black tocou, a tribo ficou à vontade e fez seu ambiente. Tinha tipos muito interessantes, dançando do jeito que só os metaleiros sabem, Valeu, tribo do Rock!

ROCK NO TRIO

Havia um temor danado de levar o Rock pro ambiente do Axé. Pra mim, deu muito certo. É o tal negócio, se  o rock pretende voltar a ser popular, precisa ocupar espaços. 

O SOM DO TRIO

Eu constatei, falei pro Marco do Infocus e ele percebeu o mesmo. O som do outro lado do trio tinha muito mais qualidade que do lado para o qual estava direcionado. Tinha mais agudos, mais definição. Embora que tinha um grave descomunal pra frente. O grave, quando no ponto, gera um conforto bacana, mas no caso tava mesmo gerando um som contínuo que incomodava em certos pontos da avenida. Como caminhei bastante, percebi mesmo que o som variava muito para quem estava em pontos diferentes. Conversei com o dono do trio elétrico. Eles poderiam ter caminhado mais para ouvir e fazer pequenas correções, por exemplo com o tablet na mão, monitorando pequenas correções via wireless. 

QUE VENHAM OS PRÓXIMOS ROCKS...

Vamos ficar atentos a agenda do rock. Dia 18 de maio vai ter SEXTÃO ROCK? No Sindicato, com as bandas DESARME e AUDIO FUNCHO. Teremos  RAIMUNDOS agora em maio. Em Julho teremos ROCK PIRA e FESTIVAL SUPER ROCK. Outros eventos legais devem se confirmar. 




sábado, 28 de abril de 2012

HOJE TEM FUNDO DE QUINTAL...

Hoje teremos uma aula de samba e simpatia. O curioso é que a exemplo do ARA KETU, o Fundo de Quintal também foi formado a partir de um bloco carnavalesco de Cacique de Ramos, da cidade do Rio de JaneiroComposto principalmente por sambistas da escola de samba Imperatriz Leopoldinense, o Fundo de Quintal inovou ao  usar instrumentos - até então pouco comuns em rodas de samba - como o banjo, o tantã, o repique de mão e o repique-de-anel. O grupo inicialmente era composto pelos sambistas Almir Guineto, Bira Presidente, Jorge Aragão, Neoci, Sereno, Sombrinha e Ubirany. Mais tarde, Arlindo Cruz e Walter Sete Cordas integraram o conjunto musical. Atualmente o grupo é composto por Ademir Batera, Cléber Augusto, Ronaldinho, Sereno, Bira Presidente e Ubirany. Como veem, o fundo de quintal sempre foi a nata. São muitos e muitos sucessos e discos de ouro e platina. Alguns de seus maiores sucessos são " "A Batucada dos Nossos Tantãs""E Eu Não Fui Convidado""Boca Sem Dente""Ô, Irene""O Show Tem Que Continuar""Do Fundo do Nosso Quintal""Só pra Contrariar""Miudinho""Bebeto Loteria""Não Vai na Conversa Dela"""Vai Lá Vai Lá"""Parabéns pra Você","Andei, Andei""Malandro Sou Eu""Tô Que Tô", entre outros. 

ARA KETU - NINGUÉM PARA KETU


Pesquisem na internet pra ver. Eles escrevem Ara Ketu separado. Tem o bloco e a banda Ara Ketu. Eles também são conhecidos apenas como Ara. Surgiram como bloco de percussão, juntaram com escola de dança, depois adicionaram instrumentos como baixo, guitarra, teclado, metais e vocalista. Eram comandados pelo carismático Tatau. Agora quem tá no comando é Larissa Luz. Havia um temor pela troca dos vocalistas. A cantora  mostrou personalidade. Primeiro porque manda voz mesmo. Curioso que as cantoras baianas de trio tem um tom mais grave pra cantar, com muita emissão vocal. E a Larissa além de cantar muito bem, tem swing baiano no dançar,no cantar, tem um sorriso aberto, tem aquele jeito baiano de se comunicar. Ela ia conduzindo a multidão no swing, que ia repetindo os movimentos, coreografias de mãos pra cima, movimentos do mar,  muita interação e festa. Notei também uma influência de Elza Soares no jeito dela cantar, com uma leve arranhada no final de algumas frases. Na pesquisa da banda, o Cruzeiro deu uma lavada. A banda é grande e precisa. Como sempre, baixista de banda baiana é bom pra caramba. A percussa muito boa também. O grupo vocal que somava com a Larissa também mandava bem, bem ensaiados, com swing em tudo. Gladevon Costa está de parabéns pela ideia do trio. Foi um acerto pela praticidade e som  mostrou-se de qualidade. Aliás, Gladevon merece parabéns por um monte de qualidades. O som do bumbo impressionava pelo grave profundo. Quando somava com o baixo, chegava a ventar para quem estava mais próximo do trio. Chegaram reclamações de que o som não chegava as pessoas mais distantes. Interessante que nos trios tem som também dos lados, mas o povo concentrou-se em um lado apenas da avenida. Mas para quem estava mais próximo teve um som de altíssima qualidade. O trio tem uma engenharia muito interessante. Dentro tem até camarim. A escada parece de navio e o palco é maior do que se imagina para quem está embaixo. Os donos do trio tem uma fábrica de trios na cidade de Elói Mendes. Constroem para o país inteiro. Quem quiser ver o trio acesse o site www.triopadilhao.com.br. O público foi grande. Não arrisco números, pois não sou bom pra esse tipo de contagem no olhômetro. Sei que tinha um mar de gente. Só se colocar roletas pra contar. Vai aparecer gente pra dizer que tinha 3000 e também que tinha 30.000. O que importa é que tive oportunidade de ver um showzaço. Aliás, já vi shows muito bons aqui. Ontem eu me lembrava do show com a velha guarda da mangueira, que muita gente perdeu. Mas voltando ao Ara Ketu, valeu por ver a fina flor do Axé, uma banda que tem um lastro cultural interessante, o Bloco-afro Ara Ketu ou Povo de Ketu foi fundado em 8 de março de 1989 por moradores do subúrbio ferroviário de Periperique. No show do Aka ketu, só alegria. O que conta é a brincadeira, o lúdico, a baianidade. Nada de desvarios intelectualóides.  Gostei de ver o pessoal do Grupo Tambores do Morro no trio. O Aka ketu  pode ser um bom espelho para nossos artistas, quem sabe para uma parceria...

sexta-feira, 27 de abril de 2012

ROCK EM ALTA NO MERCADO (Coluna do Bom Dia)

ROCK NA RUA ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO

A edição de aniversário terá as bandas AudioFuncho, The Travel e Rose In Black. Pela nova fase do Rock na rua já passaram as bandas Infocus, Desarme, Flying Hight, Umbigo Trio e o Concreto também tem raizes monlevadenses ( raizes ou tentáculos). Ainda tem bandas importantes pra entrar como a Banda Dirock. Heroes off the hell, Banda Case, The Mistake, Fanzine, Korus entre outras. Valeria fazer um CD coletânea com essa galera toda.

ROCK PIRA EM JULHO

Na próxima semana sairá o regulamento do super festival que acontecerá em julho. A tendência é que seja em Rio Piracicaba, mas pode ser que seja em outra cidade, dependendo das negociações em curso.

SUPER ROCK em ALVINÓPOLIS

O regulamento será anunciado em breve. O local do festival é muito interessante. Trata-se um castelo no estilo medieval na parte antiga da cidade. Não é grande, mas a acústica é boa e o local muito exótico.

ENCONTRO DOS MOTOCICLISTAS

Seria muito bacana se o pessoal conseguisse repensar e encontrar uma solução para o evento tão esperado pela galera rock.

A ARTE E O ARTESANATO

Nada contra o artesanato. Muito pelo contrário, sou apreciador. Mas há uma enorme diferença entre arte e artesanato, assim como há diferença entre o trabalho autoral e o cover. 

TRABALHOS AUTORAIS

Tudo bem que tocar cover abre o mercado, você toca para o público que se identifica com o tipo de cover que executa, mas não se exprime artisticamente,. acaba não tendo música pra tocar em rádio,  não cria uma personalidade de mercado. Tá certo que os contratantes costumam fechar as portas para os trabalhos autorais. Por isso, uma das batalhas tem de ser de abrir espaços para que os autores possam fluir seus trabalhos. E com relação às bandas, mesmo que não tiver ninguém que componha, pode  procurar com outros compositores. 

QUEM FALOU QUE ROCK NÃO É MÚSICA BRASILEIRA?

O rock é tão brasileiro quando o samba. Aliás, o samba nem é genuinamente brasileiro, pois veio da áfrica, aportou na bahia e depois desceu pro Rio. A música sertaneja, também tá misturada com tudo, até com funk, que também usa batidas de candomblé, uma mistureba só. Ah...além do mais o Axé se alimenta muito do rock em suas guitarras distorcidas. O sertanejo  nem se fala. Muitos solos de guitarra roqueiros e elementos do rock pra todo lado. Então, se formos pensar, Música Brasileira legítima mesmo, talvez só os índios do alto xingú possam dizer que fazem...o resto é world music, mistureba, chamem como quiserem. A velha autofagia é que nos rege. E viva o rock

terça-feira, 24 de abril de 2012

Rose Machado é sinônimo de dança



Espetáculo de dança integra comemorações dos 48 anos de João Monlevade

A Rose Machado Escola de Dança apresenta nesta terça, 24, no Sindicato dos Metalúrgicos, às 19h30, o espetáculo “Vem dançar comigo”. São 12 coreografias, que englobam, entre outros estilos, dança contemporânea, jazz, ballet, hip-hop, dança para portadores de necessidades especiais e ginástica olímpica.

O espetáculo faz parte das comemorações dos 48 anos de emancipação político-administrativa de João Monlevade e tem o apoio da Fundação Casa de Cultura.

A programação de aniversário da cidade vai contar também com shows de artistas de renome nacional. A banda Araketu se apresenta na sexta-feira, 27, a partir das 20h. No sábado, 28, o grupo Fundo de Quintal toca o melhor do samba a partir das 21h.  O Rock na Rua Especial, no domingo, 29, com as bandas Áudio Funcho, The Travel e Rose in Black, a partir das 18h, encerra a parte artística da festa. As apresentações serão realizadas na avenida Wilson Alvarenga, no bairro Carneirinhos.

domingo, 22 de abril de 2012

22 de ABRIL - DIA DO COBRIMENTO DO BRASIL

Não é erro, mas constatação. O dia 22 de abril é tido como dia do descobrimento, mas na realidade é o dia do cobrimento. Os portugueses chegaram à praia e vendo os índios e índias com as partes pudicas à vista, com o tempo trataram de cobrí-los com as vestes ocidentais. Já pensou se seguíssemos os costumes dos indios ao invés dos civilizados lusitanos? Todas as praias estariam cheias de peladões balangando suas pretuberâncias.  Até que temos alguns resquícios indígenas, mas os biquinis e sungas, embora sumários não deixam as coisas balangarem. E pensando bem, foi até bom que os portugueses tapassem algumas "vergonhas".  Nem tanto pela vergonha em si , mas é que nem tudo é belo aos olhos.

sábado, 21 de abril de 2012

RONALDISMO

Primeiro apareceu o Ronaldo Fenômeno. 
Depois o Ronaldo Gaucho...
e depois pintou lá nas portugas o Cristiano Ronaldo. 
 Aquelas coincidências doidas da história. 
Os 3 são super craques melhores do mundo em épocas diferentes...
e falando português, que é muito legal. 
Fico até lembrando do Rockeiro Lobão. 
Ele tinha uma banda que se chamava os Ronaldos. 
Acho que foi o precursor do Ronaldismo.

CRUZEIRO CAMPEÃO BRASILEIRO DE 2012

CRUZEIRO CAMPEÃO BRASILEIRO DE VOLEI MASCULINO. PRIMEIRO TÍTULO EXPRESSIVO DO ANO. Já somos os melhores com as mãos. Agora só falta com os pés. .OBRIGADO À SADA, que acreditou. SER CRUZEIRENSE É BOM DEMAIS. 

ZÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊEÔÔÔÔÔÔ!!!!!!!!!!!!!!!

UZAPÉ


Tava pensando aqui comigo. A tribo "Uzapé" tem um bocado de gente. Tava listando aqui: Eu, Wir Caetano, José Henriques, Guilherme de Assis, Gladevon Costa, Francisco Barcelona, Jacqueline Silvério, Ronilson Rodrigo, Ilderaldo Ferreira. Só alguns que lembrei de momento. Uns de vez em quando pilotam, outros nem chegam perto. Uns ainda pensam em adquirir um carrim e sonham com pés de rodas. Cada um tem seus motivos. Pelo menos , dificilmente teremos problemas de coração. 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

NO ANIVERSÁRIO DE JOÃO MONLEVADE...SÓ SHOWS DE PRIMEIRA

DIA 27 - A NEGRITUDE BAIANA DO ARAKETU
Show de Nível Internacional
DIA 28 - FUNDO DE QUINTAL
Uma dos mais tradicionais grupos de samba do Planeta.
Dia 29 - ROCK NA RUA ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO COM 

AUDIO FUNCHO - ROCK
THE TRAVEL - ROCK 
 ROSE IN BLACK - HEAVY METAL.

PARABÉNS PRA MONLEVADE.
PARABÉNS PARA OS NOSSOS ARTISTAS.



INCONFIDÊNCIA É FOFOCA ( Bom dia de hoje)

Agora vejam vocês. Hoje é dia 20 dia abril, véspera da famosa inconfidência mineira. Mas peraí um pouco. Tava pensando aqui. Se confidência significa segredo não revelado, inconfidência significa o contrário. Se você tem um confidente, uma pessoa em quem confia, revela para ela certos detalhes da sua vida, conta seus planos, até alguns detalhes sórdidos. Se essa pessoa der com a língua nos dentes, estará traindo sua confiança e cometendo uma INCONFIDENCIA. Para alguns, inconfidência pode ter também o significado de traição. No dicionário consta: s.f. Falta de fé ou de fidelidade para com alguém, especialmente para com o Estado ou o soberano. Infidelidade, revelação do segredo confiado. E trazendo para o popular, inconfidências são as nossas famosas fofocas. Falar mal dos outros é uma coisa muito apreciada por aqui. Imagine as barbearias, os salões de beleza, a praça Domingos Silvério, os Pontos de Taxi sem um pouco de fofoca? Seria um tédio! Agora, se você tem um segredo, desses cabeludos mesmo, não conte a ninguém. Aquela conversa de que “ vou contar só para você, mas não revele a ninguém” nunca funcionou. A pessoa já sai da conversa com um comichão, doida pra encontrar alguém pra replicar “ Se eu te contar um segredo, você não revela pra ninguém, né? Então vou te contar.” Podemos dizer então que inconfidência mineira também pode ser traduzida como fofoca mineira. Tem quem pense que é ruim, outros se divertem. Alguns até ganham dinheiro com jornais, revistas e sites de babados. É a chamada fofoca business. Mas voltando à história, já ouvi falar que a conjuração deu errado porque o Tiradentes era muito fofoqueiro e contou suas ideias para várias pessoas. Daí que outro inconfidente, o nosso Judas da roça Joaquim Silvério dos Reis foi lá nos imperiais e dedurou o Alferes e sua turma. Ai, a portuguesada que não era nada boazinha mandou enforcar o inconfidente e espalhar seus pedaços pra fazer medo na mineirada. Por isso talvez o povo das montanhas seja tão tímido e fale tão baixo. É que as fofocas tem de ser ditas baixinho, ao pé do ouvido. Fico até pensando se não deveríamos solicitar dos historiadores que mudem o nome, de inconfidência para conjuração mineira. As vezes vejo como muito cruel passarmos para a história como um povo inconfidente ou seja, fofoqueiro, não confiável. Por outro lado, sabe-se lá se por tortuosos caminhos, a independência veio porque a inconfidência continuou sendo repassada, como uma fofoca que acabou ganhando corpo? Não terá sido um gigantesco telefone sem fio da história? Vai saber. Depois do dito, só me resta dizer uma coisa: viva a inconfidência! Viva a fofoca!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

DEIXA O HOME ROUBAR EM PAZ



Enquanto isso numa barbearia da cidade

- Tô lendo o jornal aqui. Sabe aquele deputado que comprou um avião e montou um aeroporto na fazenda dele?
- Sei...o que tem ele?
- Sou fã daquele cara viu. Sujeito intiligente.
- Mas como pode ser fã, se ele rouba até a mãe dele.
- Ora, não fique dando uma de certinho. Se você tivesse oportunidade também roubava;
- Mas que que é isso. Eu sou honesto. Nunca faria uma coisa dessas.
- Mas que honesto que nada. Então vou te provar que você não é honesto. Imagine se você chegar na rodoviária e encontrar uma carteira cheia de dinheiro. E você precisado que dói. Você devolve a carteira ou fica com o dinheiro.
- Bem, neste caso eu pegava o dinheiro e deixava a carteira no balcão da rodoviária. A pessoa perder os documentos é terrível.
- Tá vendo? Você acaba de confessar.;
- Mas peraí...achado não é roubado. E eu ia devolver pelo menos os documentos.
- Pois é. Mas e o sujeito corrupto? Talvez ele entrou nesse negócio sem saber. Ele faz umas coisas e de repente, do nada o dinheiro aparece na conta dele. Depois é que ele vai entender porque e nem dá tempo de voltar atrás.
- AÍ é que tá. Corrupção de político é diferente.
- Mas porque que é diferente? Tem corruptão e corruptinho. A diferença é só essa.
- Mas peraí...esse pessoal faz uma obra de 1 milhão e embolsa 900 mil. Isso é que é roubo.
- Ah é? Mas e o dono da banca onde você joga a valer? Ele limpa vocês todos sem que percebam e vocês ainda ficam rindo pra ele.
- Quem te falou que eu jogo a valer?
- Uai. O dono da banca. Ele é meu amigo.
- Vixe...então meu nome tá na rua.
- Tá nada, sô. O cara é gente boa. Todo mundo gosta dele. Faz um trabalho social muito bacana lá no bairro.
- Nossa senhora. Ainda bem né. Mas também, não tô fazendo nada de errado.
- Olha...pra você pode não ser errado, mas para a lei...
- É...pensando bem todo mundo neste país tem alguma culpa no cartório.
- Também não exagere  Não é culpa nenhuma. Se for olhar, todo mundo tem alguma coisa errada que nem é tão errada assim. A lei é que é muito rigorosa. Veja por exemplo a turma que gosta de uma briga de galo, de pegar uns passarinhos, umas caçadas. Eles tão proibindo tudo. Daqui a pouco a gente não proibir a gente até de tomar nossa cerveja.
- Ah isso não, cumpadre. Se isso acontecer nós vamos pra rua fazer uma revolução.
- Revolução? Você está de brincadeira. No Brasil nós nunca tivemos isso. A única que dizem que tivemos foi um golpe militar.
- É verdade.
- Bom, então deixa eu continuar vendo a matéria do político aqui de que sou fã. O cara soube roubar com força viu...bem que eu queria trabalhar pra ele pra ver se também enriquecia um pouco.
- É...pensando bem você tá certo. Deixa o homem trabalhar, quer dizer, roubar.

DIA DO ÍNDIO, DIA DE TODOS NÓS

Nossos ancestrais  são homenageados hoje. Quer dizer, os ancestrais e os sobreviventes. Toda a nossa região teve índios, principalmente os botocudos, soberanos na região. Em Alvinópolis havia muitos, mas foram dizimados ou expulsos quando os fazendeiros chegaram com seus capangas e suas armas de fogo. As flechas não podiam com a pólvora. Os índios também não se deixavam escravizar tão fácil e acabavam sendo mortos. As mulheres as vezes eram feitas prisioneiras e algumas, pelos traços refinados e pela sensualidade, acabavam indo parar na cama de algum fidalgo e suas descendências, passavam a ter uma vida civilizada. Muitos de nós tem sangue indígena correndo nas veias e alguns traços das etnias dos nativos. Eu por exemplo tive uma mãe morena, não a morenice do tipo derivado do negro, mulato, mas uma morenice que pelo que me disseram, veio dos botocudos. Segundo me contaram, minha bisavó era índia. É uma história que nunca apurei a fundo, mas deve ser por isso a mania de tomar banho todo dia, de gostar de rio, de mato, de natureza, embora preso em grades que virtuais. É um erro pensarmos que nossos índios só vivem em reservas no Xingu. Nossos índios estão vivos dentro de nós, se metamorfoseando nas gerações que se sucedem, atentos aos pajés, às agressões a mãe natureza que tanto doem em todos nós. Eles estão lá dentro, esperando um chamado para assumirem o controle. No dia em que isso acontecer, finalmente teremos paz e harmonia.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

SER RADICAL É PROS FRACOS.


Descer a lenha, encontrar fragilidades pra golpear, difamar, maldizer é fácil demais. Difícil é manter o equilíbrio. Fico pensando no Cristo dando a outra face. Como é difícil não perder o controle. Somos brasileiros, sangue quente tropical. Eu ainda tenho o agravante de ser descendente de Italianos, vesúvios na alma. Vou praticando pra ver se aprendo a ser menos reativo. Não é fácil. Agora, já está na hora de deixar pra trás essa mania boba de esperar recíproca. Não existe gratidão, mas conveniências. As pessoas falam mesmo. Procuram naturalmente alguma coisa pra detonar. Se você faz um evento que teve 90% de satisfação, os 10% de erros prevalecerão. Os benefícios serão esquecidos. E não adianta. Se você faz alguma coisa, alguém vai encontrar algum rótulo maldito pra colar na sua testa. Se não tiver, vai inventar ou sobrevalorizar algum erro. Se você reagir, será pior. Aliás, o objetivo é esse: desequilibrar, desestabilizar. E se não tiver estômago, melhor nem entrar em certas pelejas. Os petardos virão de todos os lados, inclusive de dentro. As traições acontecerão naturalmente. Devo parar de me surpreender com essas coisas tão humanas e fingir que tá tudo certo. O desafio é conter a erupção italiana. Contar até 10,50,10 mil.

NÃO HÁ TEMPO PERDIDO!!!

Encontrei-me com um amigo que estava extremamente chateado por ter  perdido uma licitação que tinha certeza de ter o melhor preço. Perdeu por uma palavra mal colocada, um detalhe mínimo. Ele lamentava o trabalho e o tempo perdido e se maldizia pelo ocorrido. Eu falei pra ele que como diz a letra do Renato Russo, "não há tempo perdido". Meu amigo olhou pra mim e disse que letra de música não iria consolá-lo naquele momento. Ele pagou por focar o macro e esquecer-se de "apertar alguns parafusos". Enquanto isso tem gente que cerca as pulgas e deixa passar os elefantes. Cercas altas e inseticida no terreno. O negócio é dar um jeito de cercar os dois. Mas como diz a música, não há tempo perdido. Há sempre aprendizado nos erros e suas possíveis consequências. E se não aprender, vai levando na cara até ficar esperto.

terça-feira, 17 de abril de 2012

ADORO VIAJAR DE ÔNIBUS

Podem dizer que sou louco, mas não sou. Estava na rodoviária a fim de pegar o ônibus  para BH. Lá chegando, aproximou-se um rapaz e abordou-me :- Meu senhor, está indo para Belo Horizonte? - Sim! - Uai, então vamos comigo. Estou de carro e cobro o preço da passagem. Chega muito mais rápido! Eu olhei pro rapaz, estava com roupa de uma empresa e insistia comigo. Eu falei que preferia ir de ônibus, pois poderia ligar meu notebook e ir escrevendo, pensando por escrito. Ele me olhou, ainda falou que não tinha ninguém querendo ir, que de repente seria ele e eu apenas no carro. Eu insisti que não, que iria comprar minha passagem, pois gostava de viajar de ônibus. O rapaz olhou bem pra mim e falou: - Mas o Sr é doido? Como pode gostar de viajar de ônibus? É muito desconfortável e demora mais. - Ora, meu rapaz. Pra poder viajar sozinho, sem a obrigação de conversar com ninguém. Já pensou se vou com você? Teremos de encontrar um assunto comum. Vai dar um trabalhão danado. Além do mais, os motoristas de ônibus são mais experientes, conhecem a 381 de cabo à rabo. Já você eu não tenho certeza se dirige direito, se roda ou voa. E ele ainda retrucou: - Ah, meu senhor. Vai me desculpar mas o Sr é muito medroso. - Uai, eu já chamaria de previdente. Mas Gosto mesmo de viajar de ônibus, olhar pela janela e ver a paisagem passando, enquanto teclo no meu note. A paisagem da 381 é maravilhosa, quer dizer, enquanto não tem acidente né, pois aí o quadro é tingido de vermelho. De vez em quando a gente se senta ao lado de um mala, de um bêbado, as vezes dá sorte de viajar com uma sereia. As vezes o cara do lado é gordão e ocupa uma cadeira e meia. As vezes rola senhora com criança no colo, quer dizer, tem dias que não damos sorte. Mas mesmo assim prefiro o risco. Se não comprei carro até hoje foi por comodismo, Eu gosto de viajar escrevendo, lendo, ouvindo música, pensando, Estou agora aqui dentro de uma máquina da Gontijo, bem confortável, com ar condicionado, na poltrona 33 ( minha preferida). O ônibus tá vazio, viagem tranquila  por enquanto sem sangue na estrada. Daqui a pouco estarei na rodoviária de BH, tomando aquela cafezinho. Agradeço a Lopes e Filhos, Gontijo, Presidente e Pássaro Verde, que me levam pra todo lado. 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

HOJE JÁ ERA

Vocês já pararam pra pensar que o agora já foi? O tempo corre em linha reta e não tem volta. O que importa é o que fazemos neste mundo.As idéias de nada valem se não virarem coisas ou ações. Tava aqui pensando nisso porque desde que cheguei a Monlevade, tive oportunidade de fazer e participar de algumas coisas muito legais. Entre elas posso citar o FESTIAÇO, que foi muito bacana mesmo, o FESTIVAL DE ARTES CÊNICAS, também fantástico, o evento da 381, reunindo só feras no palco da praça do povo, os 5ªs Cults que tem evoluido,   os concursos literários, a missa com as guardas de marujo, as excelentes bandes de rock, a mpb de qualidade, os poetas e escritores, enfim. E tentamos abrir vitrines para essa galera toda através de vários eventos realizados. Mas os eventos  passam. Tiveram sua importância mas já foram. Todos esquecem rapidamente e nem temos muito tempo de curtir as glórias dos sucessos alcançados. No fundo é bom que seja assim. Quem se deita nos louros da vitória cai na preguiça e não ajuda a fazer o parto do amanhã. A velha ampulheta vai deixando a areia descer, sem trégua, sem descanso. Um dia voltaremos a ser areia na ampulheta do criador.  

A REBELIÃO DOS ANÔNIMOS

Vocês não fazem ideia do quanto venho sendo assombrado pelos anônimos. Cheguei a pensar que fosse um só, mas percebo que são vários. Chegam mensagens com vários tipos de escrita, uns escrevem muito bem, outros são analfabetos, uns tem discurso de amigo dando conselhos do tipo “quem avisa, amigo é”. Essas assombrações vem me acompanhando e se manifestam a qualquer hora. As vezes até fico tentado a duelar com esses demônios mascarados, mas é isso o que querem. Então os deixo lá no limbo das mensagens não publicadas. O pior é que ao não serem publicados em meu blog, eles procuram e costumam encontrar espaço nos blogs de alguns "blogueiros amigos". Não vou dizer que não incomoda, mas se eu dedicar meu tempo a responder os impropérios desse povo, paro de trabalhar. Aliás,  cismaram de implicar com meu método de trabalho. Vivo mesmo conectado. O ambiente virtual é um dos melhores para o ativismo cultural. Quando publico matérias sobre as bandas locais, sobre eventos de interesse dos artistas, sobre os eventos que fazemos, estou exercendo meu trabalho como produtor e fomentador da cultura. Não só faz parte do meu trabalho, com é um dos principais fronts de luta da cultura nos dias atuais.  Meu tempo dedicado ao trabalho com toda certeza extrapola as 8 horas diárias. Chato também é imaginar que vem de perto, não dos inimigos explícitos, mas de desafetos camuflados, aparentemente aliados, mas conspirando o tempo inteiro contra tudo e contra todos.Tem uns anônimos que ficam regulando até a hora que entro na internet. É só eu entrar para começarem a mandar mensagens do tipo: Aí, você fica postando essas coisas na hora do serviço?Não vai trabalhar não? Ora bolas! Exerço meu trabalho da forma como acertado com o meu chefe. E deve estar dando algum resultado, senão eu já teria dançado, tantas são as tentativas de me desestabilizar. E olha que sou um nada. Esses anônimos são como aqueles babacas que ficam na janela cuspindo sobre quem passa embaixo e se escondendo para não serem identificados. Pura covardia. Até acredito que alguns não me querem mal, mas chamam meus amigos de pilantras, alvejam companheiros, botam até família no meio. O anonimato é uma estratégia covarde, que pode ser usada para confundir, para caluniar, até para gerar denúncia falsa. Tem vários tipos de anônimos. Tem os babacas descerebrados. Esses, por incrível que pareça são medíocres mas tem egos gigantes e se acham muito espertos. Nem levo em consideração. Quanto aos fiscais da net, estes sim não tem o que fazer. Quanto aos letrados, se tiverem de me dizer algo, liguem-me e vamos conversar. Não sou muito afeito as charadas. Existem anônimos que se apresentam como oráculos. Chegam espalhando interrogações, parábolas e metáforas pelo caminho. Se a gente não tomar cuidado, embarca e perde o trilho. 

O QUE IMPORTA É O FOCO

A questão é não nos iludir com questões laterais.
As vezes, subindo, as vezes descendo, 
mas com energia pra atingir o foco.

domingo, 15 de abril de 2012

SEM ESPERAR RECÍPROCA

Assim devem ser nossos feitos. Melhor não criarmos expectativas quanto às recíprocas. O que fizermos, que seja porque o coração indicou, porque era o  justo, o mais apropriado. No fim, tá todo mundo buscando o seu lugar ao sol...ou uma sombra pra descansar do sol. As vezes somos sol, as vezes sombra. A partir do momento em que não somos úteis, descartados somos. Além do mais, existem os desgastes naturais da relações e os venenos inoculados na calada. Tem ainda os fluxos e refluxos das amizades, proximidades e distâncias agendados pelo acaso. Continuemos então semeando,. Ninguém vai querer saber quem semeou, mas todos vão se beneficiar com as sombras, frutos e flores. 

sábado, 14 de abril de 2012

SALGADIM DE GENTE

Já ouvimos falar de tribos antropófagas, que comiam as tribos vencidas nas lutas. Porém, a sociedade humana baniu a prática, por considerá-la hedionda, desumana, irracional. Mas vez por outra pinta alguém que discorda e  pratica alguma esquisitice que sai dos padrões Há vários tipos de anormalidades, como os assassinos seriais, conhecido como Seriais Killers. Tem os cleptomaníacos, que tem mania de roubar. Mas esta semana teve o caso daquelas pessoas que atraiam babás e as comiam literalmente.  Agora vejam vocês. Tem pessoas que tem fantasias sexuais com babás e outras que tem apetite. Querem comer, mas de verdade. Essas pessoas que foram presas esta semana achavam que tinham a missão de livrar a terra de algumas pessoas para purificar a terra. Matavam pessoas, cortavam e guardavam na geladeira, depois iam comendo. O mais interessante é que uma mulher que participava do grupo estava vendendo salgadinhos na cidade  feitos com carne humana. Tá servido?

ROSE IN BLACK - ATRAÇÃO DE PESO NO ROCK NA RUA DE ANIVERSÁRIO

A banda Rose In Black é da novíssima geração do Rock Monlevadense. Os caras mandam muito som. O guitarrista Mauricio Ribeiro consegue tirar um som bacana da guitarra. Conhecei alguns trabalhos solo instrumentais dele que também são legais. O batera, pra começo de conversa, toca com bumbo-duplo. O negócio fica parecendo uma locomotiva há 300 por hora. O baixista Yank Bicalho cresce na hora do show, tocando com potência, dando aquele apoio de graves enquanto também manda ver no vocal. Igor Viana toca a guitarra base com precisão, completando o paredão sonoro do Rose In Black. Conversava com Yank outro dia e falávamos sobre a rodovia 381. Chegamos à conclusão de que o número da besta não é mais 666...mas 381. Ele começou a trabalhar numa música sobre o assunto. Deve sair alguma coisa. Quanto ao show no ROCK NA RUA ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO, a banda está se preparando com afinco pra fazer bonito. Em breve, estaremos publicando uma entrevista que faremos com a banda. Enquanto isso, já vamos agradecendo aos patrocinadores que estão chegando para somar conosco, como a UOULOU FOTOGRAFÍAS. Valeu, UOULOU.


sexta-feira, 13 de abril de 2012

TODO MUNDO É BONZINHO

Os mafiosos se consideram bons segundo seus pontos de vistas. Suas práticas podem não ser aceitas pelo resto do mundo, mas para eles são as mais corretas e justas. Os fundamentalistas islâmicos também consideram justo manter as mulheres como seres inferiores, feitas apenas para o ato biológioco da procriação, não tendo vez na política nem na vida social. Se alguém perguntasse ao Bin Laden, ele diria que fez o que fez pelo bem da humanidade, que as vezes algumas mortezinhas são necessárias para depurar o mundo. Sadam Russen diria o mesmo. Hitler achava que estava fazendo o certo. Calígula achava que seus excessos eram justificáveis.  Um político acha que está fazendo o bem para o seu grupo, quando impede que verbas sejam canalizadas para a sua cidade, pois essas verbas beneficiarão os inimigos. Perante o grupo, será um gesto heroico. Tem jornalista que mira na jugular da vítima, como um lobo sedento de sangue ( não é a toa que dizem que o homem é o lobo do homem). Por expressas conveniências políticas, não se importa em ferir a ética profissional ao contaminar as notícias com conteúdos convenientes ao seu mestre.Quem não viu as sacanagens que a Revista “Veja” fez, com reportagens plantadas a mando do sr Carlinhos Cachoeira? A mídia é que nem um míssil na mãos dos políticos, dos grandes grupos econômicos e dos mafiosos. A liberdade de imprensa, dizem ser um pressuposto da democracia. Tá certo! Mas existem as aberrações, os usos indiscriminados e o conhecido monopólio da comunicação nas mãos de poucos. Quando isso vai mudar eu não sei. Aliás, talvez não mude nunca. Aos que se sentem lesados, resta configurar um grupo de comunicação de igual ou maior força, capaz de fazer frente aos ataques dos adversários. Se não o fizerem, serão aniquilados pela pesada artilharia inimiga. Se conseguirem equivaler o poderio de mídia, impedirão que prevaleça o discurso único e não permitirão a cristalização das calúnias, dos boatos. É preciso que se diga que os boateiros, os intrigueiros, os plantadores de calúnias também não se consideram do mal. A única coisa que querem é sobreviver – ou superviver, como queiram. Seu objetivo é causar o máximo de estragos para agradar o mestre, que afinal lhes paga pra isso. A bondade até existe dentro de cada um, junto com seu irmão bastardo.Como diz um provérbio conhecido, o bem e o mal vivem dentro da gente e predomina aquele que alimentarmos. Acho que até Satanás se acha bonzinho, apenas fazendo oposição a um Deus severo e moralista ao extremo. 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

JOÃO MONLEVADE ADOLESCENTE ( Coluna do Bom dia)


Em comparação com as centenárias cidades da região, Monlevade está entrando na adolescência  É uma cidade  muito nova e com vitalidade suficiente para se reinventar a cada dia. Porém, a adolescência também traz seus efeitos colaterais. Os adolescentes tem espinhas e hormônios em ebolição. João Monlevade ferve.

ROCK NA RUA ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO.

Serão 3 bandas muito jovens, assim como é jovem a cidade .  O “Audio-funcho” faz um rock mais psicodélico, com um pé nos anos 70 e outro nos tempos atuais. Tem músicas próprias muito interessantes como a recém-gravada Limites. A banda “The Travel” é formado por três meninas e um bendito fruto. O repertório é muito bem escolhido e as meninas mandam muito bem. A terceira banda será a “Rose in Black”, também com uma média de idade muito jovem. Os caras tocam rock pesado e surpreenderam no festival Metal Attack realizado no sindicato, saindo com moral alta.

ARAKETU e FUNDO DE QUINTAL

Teremos duas atrações que são ao mesmo tempo muito populares e representativas das culturas do samba e do Axé Music. O Araketu tem aquele molho baiano diferenciado, uma bateria sensacional e uma nova cantora que tinha o desafio de substituir o grande Tatau. E vem fazendo com muita propriedade. Já o Fundo de Quintal é um dos mais tradicionais grupos de samba e pagode no país. Em sua divulgação, se auto denominam hoje um grupo de SambaRock. Vai ser muito bacana.

CENAS DA PERIFERIA

Estive ouvindo algumas músicas dos MCs do CENAS DA PERIFERIA. Muito sentimento e uma realidade paralela. Tenho certeza que o trabalho vai surpreender muita gente. Existe o preconceito contra o funk e até entendo porque. Existe sim a pasteurização do estilo, a vulgarização que ocorre pela produção massificada. Mas isso também acontece com o sertanejo. São centenas e centenas de duplas despejadas no mercado, quase todas com os mesmos temas. O Cenas será um polaroid da cultura das periferias de João Monlevade. Tá sendo muito gratificante trabalhar com o Grand Master Raphael, papa da área no Brasil. Tô muito orgulhoso de participar desse trabalho. E viva a diversidade! 

GRANDES NOMES NACIONAIS

Monlevade vem se revelando um excelente mercado para os artistas nacionais. Num curto espaço de tempo, já tivemos recentemente Humberto Gessinguer, Mr. Carta e Sambô.  Nenhum de Nós, Detonautas e Raimundos estão vindo. Sergio Mallandro também está vindo. Parabéns aos empresários locais pelo arrojo. Ah...e Araketu e Fundo de Quintal no Aniversário. O ano promete...

RÕMULO RÁS

O artista monlevadense prepara um DVD comemorativo de 30 anos de carreira. Rôminho é um mestre e amigo de diversos artistas de grande quilate. Ele está confirmando participações especiais para um grande show em Monlevade, com vistas à gravação desse DVD.

5ª CULT BEATLES FOREVER

Dizer que foi um evento bacana é chover no molhado. Foi muito bom mesmo. Agora é aguardar o próximo 5ª CULT.

5ª CULT TROPICÁLIA...e os PRÓXIMOS

O próximo será um tributo ao movimento que praticamente lançou GIL e CAETANO. Os músicos já estão sendo contactados e em breve teremos novas notícias. Ah...e temos recebido muitos emails pedindo que façamos Raul Forever, Pink Floyd, Clube da Esquina, Barão, Rita Lee, Clássicos do Rock. Depois, vamos criar um esquete à respeito no face.

SEXTÃO ROCK?

A gente fala  “cês tão rock? – mas a grafia do projeto será SEXTÃO ROCK? Trata-se de um show que acontecerá no dia 18 de maio – uma sexta-feira, com as bandas DESARME e AUDIO FUNCHO.

AO LARGO

Já tem gente demais falando de política. Vou me ater à cultura.