terça-feira, 31 de janeiro de 2012

5ª CULT e O FINO DO SAMBA


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

E NO BLOCO DO LIMPO? QUEM VAI DESFILAR?

Tá aí a camiseta do bloco do limpo. Vejam que não tem poluição publicitária, não tem cores berrantes, sem delírios, sem frescuras. Só o nome escrito pequeno. Mas fica uma pergunta no ar: em quem cabe a camisa ? Se algumas pessoas vestirem, corre o risco da camisa pegar fogo. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

METAL ATTACK - O ENCONTRO DA TRIBO - BOM DEMAIS

A tribo reunida

O Metal Attack, realizado no Sindicato dos Metalúrgicos, foi muito mais que um festival de rock: foi a reunião da tribo metal da cidade. Nunca vi tanta camisa preta, tantos objetos metálicos e tanto cabelo em um único lugar. Eu e alguns poucos companheiros calvos destoávamos na abundância capilar. 

Parabéns aos produtores Guilherme e Rogério

Eu costumo dizer que dinheiro e estrutura ajudam, mas as coisas só andam quando existe amor.Guilherme e Rogério são dois apaixonados pelo metal que passaram por cima de problema por problema para que o Metal Attack acontecesse. Vi alguns companheiros sendo injustos com eles por causa da questão dos menores. Os caras trabalharam pra cacete, trouxeram bons shows e fizeram uma festa do metal muito  bacana. Não é justo focar só na questão dos menores como se só isso importasse.   

Passagem de som

A partir das 15 horas o pessoal começou a passar som. Primeiro o Rose In black e depois o Umbigo. Alguém comentou: é sempre assim. A passagem de som atrasada, som montado com atraso. As bandas de fora iriam passar  quando chegassem. Os shows mesmo iriam começar por volta das 18 horas. Mais uma vez alguém comentou: tá vendo? Marcou pra 16 e vai começar só as 18. Falta de organização. Mas aí é que tá. O público também não chega cedo. Pra mudar a cultura é complicado. 

Tá faltando sargento.

Foi um comentário que fiz com o Daniel Bahia. O que tá faltando no mundo é sargento, aquele sujeito pelinha que fica com um apito na boca botando moral em todo mundo, dizendo: vamos lá, vamos lá...tá na hora. Ou com o cronômetro na mão e radical dizendo: acabou o tempo...ou alertando: mais 5 minutos. Mas vamos e venhamos. Tá faltando sargentos em muitos pontos da vida. Sargento também para o público que não chega na hora nunca.

Os shows

No intervalo depois das passagens de som, todos foram tomar banho. Quanto voltei, a primeira banda já estava tocando. 

Show do Rose In Black

O som estava perfeito, a banda no chão, tocando clássicos e agradando a galera metaleira. Talvez tenha sido a banda que teve o melhor som na noite, Só vi alguns problemas na apresentação da banda. Houve muitos brancos no repertório entre uma música e outra. Eu até falei com os caras da banda e eles explicaram que era por causa da troca de instrumentos. Nada que não se resolva com roadies trabalhando pra banda. De qualquer maneira, os fãs de metal nem ligaram pra isso. Só eu que sou um pouco mais chato. O Rose in Black passou no teste a ganhou moral.

Show do Umbigo Trio

Antes do show estive com o Bahia. Ele estava meio preocupado com o tipo de público e o tipo de músicas que esse público curte. O umbigo faz um som muito diferente do que os metaleiros costumam ouvir. Mas por outro lado, quem ouve respeita, pois vê que é um som de reponsa. Daniel é esperto e a banda acaba tocando um led, um Hendrix ou um Rush, junto com as músicas psicodélicas da banda e embora não seja exatamente a estética sonora da tribo, o pessoal vê que tem qualidade rock and roll e umas doidêras by Daniel Bahia. Interessante que o André se soltou mais no palco, mudou a atitude. E Daniel ficou recebendo os espíritos dele. 

Show do Metraliator

Depois entrou a banda Metraliator. Começou um verdadeiro carnaval do metal. A galera dançava como se fosse uma tribo, cada um do seu jeito. Dançavam dando empurrões, trombando, que nem neutrons e prótons, muita energia e uma metralhadora sonora no palco. O som do Metraliator é pesado e pulsante. A banda segura o show só com com canções próprias, mas o pessoal entra em sintonia com o som e vira uma catarse.

Death Riser

Além do instrumental, uma performance de palco com muita energia e direito a cabeleiras-ventiladores. Mais rock pesadíssimo e uma excelente performance.

Carnaval do metal

Enquanto as bandas tocavam, a galera ia se divertindo com a dança selvagem  do metal, uma dança tribal, cada um à sua maneira. Algumas meninas entravam na dança também e se divertiam. O bloco do metal desfilou muito bem no sindicato.

O Metal Attack foi um sucesso, só teve o negócio dos menores...

A questão dos menores não poderem entrar chateou todo mundo. Para os organizadores foi prejuízo, pois muitos menores curtem metal. Houve quem dissesse que houve perda de 50% de público. Então se tem de ter alguém chateado com o ocorrido são os próprios organizadores. Foi triste ver alguns pais chegando com filhos e tendo de voltar da portaria. Mas não adianta a gente ficar chorando. Sugiro o diálogo com a justiça como melhor caminho, para que nos próximos eventos, tenhamos a turma mais nova frequentando,  com segurança.

Tendência em dar mais importância ao negativo

Qualquer empreendimento humano está sujeito a um erro ou outro. Agora, em um evento que foi um sucesso, ficar só procurando focar num ponto considerado negativo , como se o evento tivesse sido um fracasso por causa disso já é uma puta injustiça com quem suou sangue para que o evento acontecesse.

Metal social

Ainda não tenho a foto dos donativos arrecadados, mas vi que foi um volume bacana. Bom ver que a cultura está se solidarizando com quem precisa. Só falta agora certas instancias se solidarizarem com a cultura.

Outras coisas que rolaram no evento

O Tropeirão tava muito bom, tinha tudo à vontade, vendas de camisetas de rock, muita cultura metal e nos intervalos videos de clássicos do metal. 

Senti falta

Senti falta de muitas pessoas lá. Mas cada um tem suas razões. 

Observações finais

Faltou um apresentador que dominasse a linguagem metal para anunciar as bandas e passar mensagens e um fundo de palco. Mas são coisas pra lapidar para os próximos. 

E que venham os próximos...

Tivemos no ano passado o Festiaço, o Pop Rock Festival e agora rolou o Metal Attack. Os festivais estão voltando e isso é muito bom. Para este ano ainda vai ter Rock Pira, Festiaço, Festival em Alvinópolis. Muita coisa legal por vir. 


Agradecimentos


Com o blog é meu, deixa eu fazer alguns agradecimentos. Trabalhar com o Sindicato é sempre um prazer. Termos a confiança de pessoas como Beiço e Quirino é muito honroso. A Casa de Cultura também esteve à disposição, dando o suporte que foi possível. Através do prefeito, que também é rockeiro, estaremos sempre do lado do rock e da cultura jovem. Muito fácil também trabalhar em sintonia com o Major Erasmo, que também gosta de rock e se mostrou muito solícito. E finalmente agradecer ao Rogério e ao Guilherme pela oportunidade. Valeu! 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

OS FLUXOS, OS REFLUXOS E A CADÊNCIA.

Tava aqui pensando. Em pouco tempo aqui, travei contato com excelentes artistas, fiquei encantado com alguns trabalhos, mas muitos deles ou estacionaram ou perderam a força. Que coisa nesse negócio de perda de energia. A física explica. Um objeto é impulsionado no espaço, descreve uma trajetória, perde força e entra em declínio. Digo isso até para reflexões futuras. Todos as nossas ações vão passar pelas etapas de impulso, estabilização momentânea e decadência. Tudo tem seus ciclos, de maturação, de vida e as vezes de morte. Também acontece de um trabalho morrer e voltar mais forte. Isso vale para o que é pensado em longo, médio e curto prazos. Digo isso para falar das bandas, de alguns trabalhos que tive a sorte de conhecer. Há alguns bons mesmo, de tirar o chapéu, mas não basta. Por melhor que sejam certos trabalhos, os artistas tem de ser mais que bons. Tem de ter esse timming para retomar velocidade quando houver a percepção de perda de potência. É preciso criar fatos novos, buscar novos horizontes, ter ambições, lutar a cada dia, aperfeiçoar, treinar, suar, dar corda no sistema. E é preciso amar, almejar ( querer com a alma) e dar de si mais do que se imagina poder. E alguém terá de ficar atento para não deixar que a chama apague, que o motor afoge, que haja uma brochada geral. E vou dizer para vocês que não é fácil. Quem desenvolve um trabalho artístico sabe dos limites, das pressões capitalistas. Enquanto não der dinheiro, enquanto não enriquecer o artistas, enquanto não houver fama e halo de celebridade, trabalho artístico nenhum é legitimado. Fico muito preocupado com alguns trabalhos que passam por  refluxos. Lembram-se dos tsunamis? Pois é! Os refluxos costumam ser mais destrutivos que os fluxos, pois vem na contramão,  dizimam quando começava a haver alivio. Os artistas são frágeis e pouco racionais. Quantos excelentes trabalhos morrem sem sequer virem a público? Ainda mais em tempos de entressafra criativa. Como tudo vem sendo abalizado pela mediocridade, o grande público faz ouvidos moucos para os bons conteúdos musicais e literários. Tem de ser meio cactus para sobreviver no deserto. Mas não é o fim. Já tivemos outras entressafras e essa não será a última. São os fluxos e refluxos. Em época de vacas magras, a arte desce para o underground, onde se recicla, entra no casulo e renasce borboleta, explosão de cores e arrebatamento. E ademais, os fluxos e refluxos são leis do universo. O negócio é entrarmos na cadência. 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SÁBADO TEM METAL ATTACK no SINDICATO


Serão 4 SUPERBANDAS por apenas 10,00 + 1 kg de alimentos não perecíveis ou material de limpeza que serão entregues ás vítimas das últimas chuvas. Melhor não tem jeito. O pessoal do METAL já tá ligado. Outros curtidores de Rock também não podem perder. São 4 bandas cujo ponto alto é a qualidade instrumental. Os caras tocam mesmo.  O Umbigo faz um som inclassificável, tem suas músicas próprias super diferentes e também toca clássicos do Rush, Led, Hendrix. O Rose In Black vai de clássicos do Heavy Metal  ( embora tenha músicas próprias muito legais)e as bandas Metralietor e Death Riser vão destruir tudo com seu Heavy ultra pesado. É isso aí, pessoal. A turma do Rock tem compromisso marcado. Sábado, à partir das 16:00 horas no Sindicato. Quem chegar por último é o Michel Teló. 

O VELHO, O MENINO E O BURRO - CONTO MUITO BACANA


Essa historinha que segue, acho que já ouvi , mas ela me foi novamente contada pela Eliane Araújo, na caminhada MatoAdentro. Na hora pensei: preciso publicar. A história exemplifica bem o que muitas vezes acontece com a gente. Não vou contar mais pra não estragar a leitura.

Então vamos a estória...
O burrico vinha trotando pela estrada. De um lado vinha o velho, puxando o cabresto. Do outro vinha o menino, contente, que o dia estava fresquinho e o sol brilhava no céu. Sentados no barranco estavam dois homens. No que viram o burro mais o velho e o menino, um cutucou o outro:
– Veja só, compadre! Que despropósito! Em vez do velho montar no burro, vem puxando ele!
velho e o menino se olharam. Assim que viraram na primeira curva, o velho parou o burro e montou nele.
menino segurou o cabresto e lá se foram os três, muito satisfeitos. Até que perto da ponte tinha uma casa com uma mulher na janela.
– Olha só, Sinhá, venha ver o desfrute! O velho no bem-bom, montado no burro, e o pobre do menino gramando a pé!
velho e o menino se olharam de novo. Assim que saíram da vista da mulher, o velho desceu do burro e
botou o menino na sela. E foram andando um pouco ressabiados, o velho puxando o burro pelo cabresto, pensando no que o povo podia dizer. Logo logo, passaram numa porteira onde estava parada uma velha mais uma menina.
– Mas que absurdo, minha gente! Um velho que nem se agüenta nas pernas andando a pé, e o guri, bem sem-vergonha, escanchado no burro! Os dois se olharam e nem esperaram. O velho mais que depressa montou na garupa do burro e lá se foram os três. Dali a pouco encontraram um padre que vinha pela estrada mais o sacristão:
– Olha só, que pecado, onde é que já se viu? O pobre do burro, coitadinho, carregando dois preguiçosos! Mas isso é coisa que se faça?
velho e o menino, desanimados, desmontaram e nem discutiram: saíram carregando o burro. Mas nem assim o povo sossegou! Cada vez que passavam por alguém, era só risada!
– Olha só os dois burros carregando o terceiro!
Quando chegaram em casa, o velho sentou cansado, se assoprando:
– Bem feito! — ele dizia. — Bem feito!
– Bem feito o quê, vô?
– Bem feito pra nós. Que a gente já faz muito de pensar pela própria cabeça, e ainda quer pensar pela cabeça dos outros. Agora eu sei por que é que meu pai dizia: Quem quer agradar a todos a si próprio não faz bem! Pois só faz papel de burro e não agrada a ninguém! 

A 381 E A IMPOTÊNCIA DA REGIÃO

Já fizemos inúmeras paralisações e manifestações na rodovia, já escrevemos milhares de posts, já tivemos matéria em jornal nacional com direito a jatinho e tudo, tivemos shows com diversos artistas de renome, já mandamos centenas de milhares de ofícios para  Brasília e acumulam-se os anúncios de que "agora vai". O fato é que não temos representação e nem importância.  As empresas aqui instaladas também parecem nada representar em termos de divisas. ArcelorMittal, Usiminas, Acesita, Vale, Cenibra  não tem nenhuma importância estratégica. O curioso é que as empresas parecem não se importar pois quase nunca se insurgem ou se manifestam à respeito. As instâncias federais parecem ter uma hierarquização de prioridades em que a 381 ocupa um lugar bem abaixo do topo da pirâmide. Mas afinal, o que são umas mortezinhas perto do gigantismo do país e seu fabuloso crescimento econômico? Outros assuntos vão se tornando prioridades e a 381 fica ali na meiuca, esperando a vez. As instancias estaduais também se omitem como se o problema não afetasse os seus cidadãos. Uma vergonha para o estado dos insurgentes. A voz de Minas apequenou-se, virou uma vozinha fraquinha, um fiapinho de voz. Essa novela da duplicação parece uma coisa diabólica, um escárnio sem nome. Nós que somos povo, que utilizamos a rodovia constantemente teremos de continuar utilizando a velha moedora de carne. Mas não vamos perder a esperança. De repente algum dia, quem sabe depois da Copa, se sobrar algum dinheiro, eles façam alguma coisa. Acho que estão aguardando uma grande tragédia de proporções midiáticas, com centenas de corpos carbonizados ou coisa parecida. Quem sabe se pudermos importar um tsunami? Quando isso acontecer, uma rodovia que não foi duplicada em 40 anos será refeita em 6 dias, assim como aconteceu no Japão.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

ADIVINHEM QUE LUGAR É ESSE...

Olhando assim, dá pra imaginar?
E essa foto? Dá pra saber de que lugar se trata?
Parece mentira, mas trata-se da favela da Rocinha - RJ.
Com imaginação, boa vontade e um pouco de dinheiro, 
dá pra fazer coisas incríveis.
Vamos nessa?
Parar de reclamar e fazer o amanhã?

NOVAS DA CULTURA


SOS MONLEVADE CANCELADO


Em princípio havia uma ideia da realização de um evento com Artistas Monlevadenses para arrecadar donativos para as vítimas das chuvas. Só que esse evento que seria na sexta acabou sendo cancelado. Com no sábado já havia um evento com arrecadação de donativos programado, que é o METAL ATTACK chegou-se à conclusão de que seria melhor concentrar as ações em um evento apenas. Desde já, agradecemos aos artistas e bandas que toparam tocar no SOS MONLEVADE. Inclusive  aproveitamos para convidá-los a  aparecer no sábado no Sindicato para curtir os shows, todos de excelente qualidade. E assim que possível vamos ver se configuramos um evento pra juntar todo mundo. 

METAL SOLIDÁRIO

A atitude da organização do METAL ATTACK de incluir a arrrecadação de donativos foi muito bacana. Os ingressos são baratos: apenas 10 reais e as pessoas tem de levar 1 kg de alimentos não perecíveis ou material de limpeza. Mas é bom o pessoal correr pra comprar antecipado, pois os ingressos são limitados. 

ALIMENTO NÃO PERECÍVEL OU MATERIAL DE LIMPEZA?

O pessoal do trabalho social avisa que são necessários alimentos, mas principalmente material de limpeza, como sabão em pó, detergentes e outros. 

CAMISAS LINDAS

As camisas do METAL ATTACK ficaram lindas e foram confeccionadas com malhas de excelente qualidade. Quem quiser adquirir tem na "NO COMPLY", que fica na galeria Ourivio, perto do Santander ( antigo Banco Real)

PESSOAL AFIANDO AS GARRAS

Estive no ensaio do ROSE IN BLACK. A galera tá afiada. Gostei muito dos alguns arranjos criaram para algumas músicas. Tem canções que eles tentam fazer igual aos originais, mas alguns arranjos são deles mesmos, versões para clássicos. Destaque para a versão de SMOKE ON THE WATER. A versão deles ficou bem vigorosa, diferente da versão original. 

NOVAS BANDAS NO PEDAÇO

Ficamos felizes em saber que não param de pintar novas bandas na cidade. Há pouco tempo falei sobre a THE MISTAKE. Mas venho mantendo contato com outras bandas promissoras com músicos da melhor qualidade, como a Banda Korus, capitaneada pelo grande Wariston, a banda CASE, do meu amigo Roger César, a banda Freelance, que também enviou material, além de outras que vem surgindo e nos procurado, desde pop ao punk, trash, todos os estilos. Monlevade está se transformando num polo rockeiro de primeira qualidade.

domingo, 22 de janeiro de 2012

EU VOU BOTAR MEU BLOG NA RUA ( o bloco dos blogueiros)

A Eliane Araujo levantou a possibilidade de ser criado o Bloco dos Blogueiros para desfilar no Pré-folia. O José Henriques retrucou que teria de ser um bloco conectado, on-line, blogando na avenida. Então tá, José Henriques. Vão aí algumas idéias de fantasias e adereços

Para os braços, teclado qwerty. 

Que tal esse blazer digitável?
Um equipamento compacto 
( mas parece que as vísceras estão expostas)
Mais um modelito 
 
Essa daí, parece trekker 
 Será que vai dar samba no pé? 

MATO A DENTRO COM MUITO PRAZER

Há tempos eu invejava essa turma e hoje, finalmente embrenhei-me Mato a dentro. Em princípio, a ideia era irmos até a Serra do Seara, mas na saída, por causa de alguns percalços, acabou que foi feita opção pela cachoeira do Taquaril. Cedinho, encontrei-me com o Carlos Coelho na Praça Domingos Silvério e aos poucos o pessoal foi chegando. (Em Alvinópolis temos nossa turma de caminhadas e exploramos as cercanias da cidade). Pois bem! Pegamos estrada. Fui de carona com Ronaldo Laje e sua turma e seguimos pela estrada do forninho, ou melhor, pelas ruínas da estrada do forninho.  Impressionantes os estragos da chuva. Só passando lá pra perceber o que a chuva desse ano provocou. Em certos pontos continua inspirando muitos cuidados. Tem um ponto em que já há um grande afundamento na pista e rachaduras. Dá medo. Mas o pior estava logo à frente. Teve um ponto em que houve uma monumental queda de barreira. Desceram várias pedras gigantescas do alto do morro, muita terra e grande parte da mata. Ainda bem que não tinha ninguém passando na hora da queda, pois com certeza haveria soterramento. Mas seguimos até uma platô para então deixarmos os carros e seguirmos a pé pela estrada que levaria até a famosa cachoeira do Taquaril. Já no inicio do caminho, uma trilha fresquinha com sombras das árvores que margeiam a estrada, com mato invadindo tudo. Os matodentrenses iam com suas câmaras registrando as flores com tons vivos, enquanto íamos emendando uma conversa na outra. Lembrei-me que já havia passado naquele lugar em outra oportunidade, só que desta vez íamos a pé e tínhamos a chance de ir conhecendo as coisas nos detalhes. Passamos por ponto conhecido como Fervedouro, onde o rio é muito revolto, um fervedouro mesmo. Mais à frente, descemos até as proximidades do rio e pude conhecer as imensas pedras naquele ponto. Caramba, que lugar legal pra gravar um clip. Impressionante pensarmos em quantos milênios a natureza levou pra moldar aquelas pedras enormes. Ficamos por ali admirados, a turma tirando fotos dos detalhes, verdadeiros repórteres da natureza. Interessante que havia uma caverninha que parecia até desenhada por Niemeyer, de tão perfeito design. Dali, seguimos para a grande cachoeira do Taquaril,conversando sobre a SOPA ( imagino que saibam do que se trata), sobre o bloco dos blogueiros ( que o José Henriques sugeriu que tem de desfilar on line), sobre a morte das ideologias, sobre o desejo da turma da participação de  um biólogo, um engenheiro, outros profissionais afins apaixonados pela natureza. Finalmente chegamos até a área em que fica a grande cachoeira. Nú! Uma queda d'agua que deve ter seus 70 metros ( preciso checar). Imagino se o meu amigo Rogério de Castro conhece e já fez rapel por ali. O local é muito aprazível. Tem um bar com estrutura. Fiquei viajando. Bem que seria legal fazer um show ali. Imaginei a turma num evento de verão, muita água, as meninas de biquini, todo mundo à vontade. Interessante que não conversamos sobre política local ( quer dizer, pelo menos das conversas de que participei). Tive a oportunidade de fazer um novo amigo,que foi o Ronaldo Lage. Foi muito legal e se Deus quiser, na semana que vem, seguirei de novo com a turma rumo ao deserto, digo, à serra do Seara. E desta vez, se for conveniente, vou levar o violão, pra fazer uma serenata matinal em homenagem à vida. Obrigado à Eliane Araújo, Wir Caetano, Werton, Carlos Coelho(e filha), Ronaldo Lage, Lorrane e Turma. Ah...e depois, por favor, enviem-me as fotos.

sábado, 21 de janeiro de 2012

CALENDÁRIO CULTURAL DE MONLEVADE - JANEIRO - FEVEREIRO


DIA 28 - METAL ATTACK FESTIVAL - Com 4 superbandas - Rose In Black e Umbigo Trio de João Monlevade, Metralietor de BH e Death Sider de Leopoldina - METAL SOLIDÁRIO - quem for deve levar 1 kg de alimentos não perecíveis.
DIA 09 de Fevereiro - 5ª CULT - HOMENAGEM AO SAMBA - COM SAMBA NA SOLA, RÔMULO RÁS E CONVIDADOS
DIAS 11 e 12 - PRÉ-FOLIA - NOSSO CARNAVAL ANTECIPADO - SHOWS COM TREME-TERRA, SWINGUEIRA, DESFILE DE BLOCOS E MUITO MAIS.
EM MARÇO 

UMBIGO TRIO - BANDA CONCRETO
5ª CULT - BEATLES FOREVER 
Cultura é tudo!


DESCONFORTO

A pior coisa do mundo é o desconforto, nem tanto o que nos causam, mas o que causamos. Quando reivindicamos algo, mesmo que justa a demanda, somos vistos como problemas . Nesse momento, os amigos se convertem em inimigos, você é visto como chato e muitas vezes os telefones ficam mudos, os nãos se multiplicam e ao adentrar em determinados recintos, não se depara com sorrisos, olhares de aprovação, mas com uma inamistosidade latente. Ao sair, ainda fica com a impressão de que mal deu as costas e já foi malhado sem dó, Judas do momento. Viver entre os humanos é a arte de suportar, relevar, até o limite de cada um. Que Deus nos conceda Sabedoria e discernimento.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

5ª CULT DE MARÇO - BEATLES FOREVER ...

Imaginem bandas e artistas da cidade tocando as 
melhores da maior banda de todos os tempos?
 Pois vai rolar em março. Aguardem...



ENTREVISTA COM GRANDMASTER RAPHAEL - UM MESTRE DO FUNK

Grandmaster Raphael com os funkeiros de Monlevade
 O prefeito Gustavo Prandini fez questão de conhecer o produtor e bater um papo com a turma.

Tive a oportunidade de entrevistar o produtor Grand Master Raphael, um dos mais conceituados produtores da Cena Funk do Brasil. Grandmaster esteve em João Monlevade no final de 2011, proferindo palestras para os funkeiros Monlevadenses, orientando, conversando com os artistas e auxiliando a Fundação Casa de Cultura na formatação do projeto CENAS DA PERIFERIA. O projeto vai produzir um CD e vídeos com os funkeiros da cidade, cuja seleção foi feita pelo próprio Grand Master. A presença do produtor está sendo fundamental para formatação de um projeto que objetiva oferecer toda a condição para que a cena funk-rap-hiphop local se desenvolva com qualidade de mercado. Interessante vermos a história da evolução de um movimento, tão contestado pelos intelectuais, mas que tem uma marca cultural forte, de expressão de uma massa antes marginalizada e que encontrou sua voz. Dá pra perceber, que assim como acontece com outros gêneros, o grande público acaba glorificando o mais fácil, em detrimento do que é mais elaborado. Mas vamos á entrevista......

MM - Grand Masther, como é que começou a sua história no funk?

GMR – Rapaz, desde criança que eu ouço soul music. Os ídolos da minha juventude eram James Brown, Tony Tornado, Gerson King Combo. Isso se deu em meados de 1976-77.

MM- Mas já havia uma cena funk na cidade naquela época?

GMR – Haviam equipes de som que faziam bailes, como o Soul Grand Prix, Jet Clack, Cash Box. E eu ia atrás, sempre curioso.

MM – E nessa época você já começou a tocar?

GMR – Exatamente. Eu tinha um som pequeno, fazia festinhas, tocava de tudo.

MM – Nessa época tava em voga também o samba-rock né?

GMR – Sim. Mas nessa época entrei numa equipe maior que fazia megabailes. Não entrei como primeiro Dj, mas foi importante pra aprender.

MM – Mas depois chegou a primeiro DJ?

GMR – Sim, logo em seguida o cara que era o primeiro DJ virou top e assumi como primeiro DJ. A partir daí, boas coisas começaram a acontecer. Fui visto e convidado para trabalhar na TROPICA FM do Rio, que tocava mais o funk americano.

MM – Mas como se deu a explosão do funk carioca?

GMR – Bom, se deu mesmo na década de 90. Mas antes, a partir de 84, pintaram influências importantes, principalmente o Miami Bass.

MM – Fale um pouco mais sobre o Miami Bass.

GMR – Eram batidas eletrônicas, mas que formataram o som do funk durante um bom tempo. Depois vieram os samplers fizeram a diferença e permitiram muita criatividade.

MM – Qual a diferença daquela época pra hoje?

GMR – Naquela época foi interessante, pois os DJs faziam rádio, então ajudaram a levar as músicas para o Rádio. E era mais seletivo.

MM – Seletivo em que sentido?

GMR – Os Djs sabiam o que tinha qualidade, eram filtros.  O nível do que se ouve caiu bastante em termos de letras. Isso acaba tendo um lado ruim, pois o povo acha que tá tudo ruim e tem muita coisa legal sendo feita.

MM – E qual você considera a música referência, que deflagrou o movimento funk.

GMR – O Rap do Pirão. Essa foi a primeira referência. A música bateu forte. Antes haviam alguns movimentos isolados.  Engraçado que a música surgiu num festival de música. Naquela época haviam muitos festivais de galera, gincanas, com etapas nas favelas, concursos de raps. Esses festivais formaram uma grande onda. Eu já trabalhava na Furacão 2000 nessa época.  Ai pintou um Festival e o Rap do Pirão ganhou um prêmio. Nesse festival,  Claudinho e Bochecha ficaram em 3º Lugar. Daí que as rádios começaram a tocar a música e todos perceberam que podiam fazer.

MM – E daí, o que mais aconteceu?

GMR – Rapaz, começaram a surgir muitos nomes. Surgiu a Cash Box, que descobriu MC Galo, depois MC Mascote. No início era mascote e Neném. Sucesso total. E naquela época, tinha letras muito boas. Engraçado que inicialmente o pessoal não chamava de funk, mas de rap.

MM – E sobre as batidas?

GMR – Pois é começamos a usar as batidas do Miami Bass, depois do Volt Mix, mas eram mesmo batidas de Miami. E agora temos a maravilha do sampler, com a representação real de qualquer som. Hoje podemos misturar tudo, desde percussão brasileira, um trabalho de colagem muito interessante. E vem às evoluções também das batidas. Hoje temos umas coisas bem brasileiras, meio candomblé e utilizando os beat Box, com sons de bateria feitos com a boca. Além do tamborzão, que é uma grave bem profundo mesmo.

MM – E o funk se multiplicou pelo Brasil gerando outras cenas?

GMR – Nossa. Demais. Por exemplo, Santos, no litoral de SP virou um pólo muito interessante. Os bailes por lá são sensacionais. Trabalho lá direto. Em Minas também o pessoal gosta bastante e tenho vindo a Belo Horizonte. O movimento funk em BH é muito forte. Mas tem funkeiros pelo país inteiro. Rapaz, até no exterior o funk é muito bem recebido. Acabo de voltar de Portugal e você nem imagina. Parecia que estava num baile no Rio de Janeiro.

MM – E João Monlevade? O que sentiu na cena local?

GMR – Tem uma meninada promissora. Passei uns dias com eles, trocamos idéias e na medida do possível vou dando minha parcela de contribuição. Inclusive eu preciso dizer que na esfera dos governos é muito raro investirem no funk. Talvez por preconceito, por quererem marginalizar um movimento legítimo, que tem história e muito ainda para evoluir. Por isso, quero dar parabéns ao prefeito da cidade pela iniciativa.

MM – Última pergunta: para onde vai o funk?

GMR – Sempre surge um artista que indica o caminho. Eu sinto que o funk tá precisando de uma balançada, talvez um pouco mais de harmonia, melodia e letra, mas tá na sua linha evolutiva.  Vamos acompanhar, pois muita coisa boa ainda vai pintar.


APOIANDO O PROJETO CENAS DA PERIFERIA, O PROGRAMA DIVINAL FUNK, TODOS OS SÁBADOS, DE 18 AS 20 HORAS NA COMUNICATIVA FM - 87,9.   APRESENTADO PELOS MCS SERGINHO, DEJOTA e JB, O DIVINAL FUNK ESTÁ HÁ 10 ANOS NO AR, APOIANDO O MOVIMENTO FUNK - RAP - HIPHOP NA CIDADE.


Mais um projeto 




PROJETO CENAS DA PERIFERIA - FUNK, RAP e HIPHOP

Um projeto muito bacana que a Prefeitura e a Casa de Cultura estão desenvolvendo é o "Cenas da Periferia" que busca dar voz e vez à turma do Funk, Rap e HipHop da cidade. O projeto selecionou 15 trabalhos que serão registrados em CD para divulgação e difusão dos compositores e intérpretes, seja na internet, seja nas rádios, nos bailes, seja onde for. Nesta empreitada, tivemos a oportunidade de conhecer um dos maiores produtores de Funk do Brasil, o Grand Master Raphael. GrandMaster veio à Monlevade, deu palestra para os funkeiros, passou técnicas e ajudou na seleção dos artistas que irão integrar o CD CENAS DA PERIFERIA. Tive a sorte de conversar com ele por um bom tempo no restaurante Sucupira onde ele me contou páginas saborosas da história do funk Brasil. Em breve publicarei essa entrevista.


O PROJETO CENAS DA PERIFERIA CONTA COM O APOIO DO PROGRAMA DIVINAL FUNK, APRSENTADO PELOS MCS SERGINHO BOLADÃO, DEJOTA E JB.. O PROGRAMA ESTÁ HÁ 10 ANOS NO AR APOIANDO O MOVIMENTO FUNK - RAP - HIPHOP

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

MÚSICA X DINHEIRO

Vejam o paradoxo. Muitos pais matriculam seus filhos em escolas de música e quando eles pegam amor pela coisa, quando se enchem de sonhos, os mesmos pais que estimularam o aprendizado desmotivam completamente os filhos para a carreira musical. Usam argumentos do tipo: "Meu filho, música não dá dinheiro. É uma profissão muito difícil. Tente carreiras como medicina, odontologia, direito, informática, mas música não. Não quero filho vagabundo, maconheiro dentro de casa. Se for menina então é pior. Menina rockeira não casa, é mal vista.  Bom, exagerei um pouco nas cores mas infelizmente é essa a realidade na maioria dos casos. Os pais querem que os filhos aprendam  música para encher o tempo, como um adereço, para a diversão e nunca como profissão. Há pouco tempo li uma entrevista com o Daniel Bahia e ele desabafava seu descontentamento com essa tendência, afinal, ele próprio é um exemplo de que é possível sobreviver com dignidade através da música. Daniel mantém uma escola com 400 músicos de diversas modalidades e é um dos que defende a dignidade da carreira musical, bem como o respeito pelo músico. Pra completar o dilema, tem a sedução dos estilos comerciais para os músicos realmente bons. Conheço músicos muito, mas muito bons mesmo que tocavam em bandas instrumentais, de jazz, de rock, mas estão hoje tocando com as duplas Sertanejas, que tem mercado e pagam bem. Além desse paradoxo, ainda existem outros cases que provocam desvios nos caminhos dos artistas. Quando um pai vê que um sujeito tipo Michel Teló está ficando trilhardário, logo põe na cabeça que música é aquilo. Subverte-se o papel da arte. O sujeito tem de formatar para o sucesso e o sucesso geralmente é uma música "Fácil, extremamente fácil". Vejam o exemplo dessas músicas citadas, de "Ai se eu te pego", de "Fácil" do Sideral, do "Creu", de outras que viraram sucesso. As músicas fazem seus autores e intérpretes ricos em pouco tempo. Ai, que nem quando joga na megasena, sai um monte de gente tentando fazer o próximo hit, que também deverá ser descerebrado, simples e assimilável pelo mais mal dotado de massa encefálica. E pra complicar mais essa questão, o planeta está se uniformizando pela média. Pela média não! Por baixo mesmo. Hoje tudo é direcionado para as chamadas classes C e D, que tem aumentado o poder de compra, mas que tem baixíssimo senso crítico. Aliás, esse tem sido um desafio que o capitalismo tem vencido com muita facilidade: educação pró-consumo. E esses cidadãos dos novos tempos não precisam pensar, mas consumir. Aliás, pensar demais leva ao questionamento e o imperativo é "Não aceitamos devoluções. Questionar é bobagem. Melhor jogar fora e comprar um novo! Mas voltando ao devaneio inicial, tá ficando muito difícil a sobrevivência do que tem mesmo valor cultural num mundo cada vez mais idiotizado. Mas existe um bem que vale mais do que o dinheiro que é o amor. Muitas vezes a pessoa tem um dom, um talento para a arte, mas sucumbe a outras propostas de mercado para ter uma vida de mais fartura material. Neste sentido, algumas trabalhos formados, alguns projetos, alguns artistas vão ficando pelo caminho, mas lá na frente, o filtro do tempo vai depurando e dando o devido retorno para os que perduram, para os que continuam acreditando e investem todo o seu amor nos sonhos. 

5ª CULT - DIA 09 de FEVEREIRO - HOMENAGEM AO SAMBA

O próximo 5ª Cult acontecerá no Sindicato no dia 09 de fevereiro e será em homenagem ao Samba. Nada mais apropriado na semana do PRÉ-FOLIA. Interpretando  sambas imortais um  time de bambas estarão se intercalando no palco do Sindicato, em dois shows de alta qualidade. Em primeiro lugar,  Rômulo Rás e convidados. 


Rominho é um músico sensacional, dono de um repertório imenso. Ele, violão e pandeiro fazem um baile. Com os convidados que vai levar, minha nossa senhora. Quero vê-lo tocando particularmente o mineiro João Bosco,  quem sabe um pouco de Clara Nunes, Adoniram. E depois teremos o "Samba na Sola" que vem de Saquarema -RJ, mas com sotaque bem monlevadense. 
Sua vocalista é a Nadja Lírio, filha da nossa vereadora Dulcinéia Lirio. Por lá, Nadja é conhecida como Duca Furtado. O Samba na Sola é sucesso por onde vai, com apresentações nos melhores palcos cariocas. Inclusive, foi finalista no Festiaço com a música "De São Salvador a São Sebastião", aliás, quero vê-los tocando o fino do samba carioca, quem sabe um Cartola, Paulinho da Viola, entre outros. Quem sabe também um Caymmi, um Morais Moreira, um Gilberto Gil. O encontro promete e está de acordo com a filosofia desejada pelo Quirino do Sindicato, de trabalharmos eventos de lazer mas que tenham bons conteúdos.


Marcelo Melo será nosso consultor para assuntos aleatórios, um apaixonado pelo samba de raiz. Consequentemente,  Morro do Geo e o site João Monlevade Caminho de Riquezas estarão conosco. Quer reforço maior?


Então anotem aí a data: dia 09 de fevereiro, quinta-feira.