sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O MINEIRÃO E O LATA VELHA DO LUCIANO HUCK

Não sei porque, mas ao ver as fotos do novo mineirão me lembrei do Lata Velha do Luciano Huck. Vendo de longe, pelas fotografias e pela TV, não tive uma impressão boa. Senti como algo recauchutado. Tinha a expectativa de algo mais com cara de novo. Achei que aquela extensão que fizeram da cobertura ficou feia,  parecendo que fizeram um remendo ali. Pode ser que lá dentro seja lindo, que tenha maravilhas tecnológicas de encher os olhos. Mas a impressão que se tem é que com o estádio vazio, as cadeiras ficaram tristes, apagadas, naqueles tons de  branco com cinza. Imagino que tenham sido pensadas para que as próprias torcidas emprestem seus coloridos. A Dilma elogiou o contraste entre a arquitetura original preservada e a modernidade. O mineirão tava velho mesmo, com uma rachaduras feias e precisava de uma reforma há muito tempo. Mas pelo tanto que se alardeou, confesso que esperava mais. Achei que dariam pelo menos uma mão de tinta naquele concreto que parece sujo. Devem haver ainda muitos ajustes a acabamentos. Só pode ser. Devo ressaltar que digo tudo isso sem ter ido lá pra ver de perto. Apenas passei nas imediações. Temos de visitar e ver funcionando. Tem lá a cor vermelha da bandeira de Minas. Tem também a cor laranja. Será o BMG? Pode ser. De azul, tinha a frase da música do cruzeirense Lô Borges que diz: sou do mundo, sou Minas Gerais. Tudo a ver com o Cruzeiro...

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