segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2013 e a REVOLUÇÃO MUTANTE

A única certeza que temos sobre 2013 é que será on-line. Nós cruzeirenses já ficamos cabreiros, pois 13 é galo. Esperamos que dê é azar pros cacarejantes. Aliás, 2013 é um ano até mais adequado para o fim do mundo. Mas não acaba. Só se dermos um azar e pintar um asteroide gigante em rota de colisão. Neste caso teremos de chamar Bruce Willis. Somos teimosos. Vamos continuar brigando pelas causas que considerarmos importantes Os terrenos é que já não são os mesmos. Tenho mais medo da obsolência que da morte. Hoje é tudo virtual e neste ambiente as configurações mudam muito rápido. Como estamos sempre conectados, somos localizados a qualquer tempo. Não importa onde estejamos, mas que estejamos online. Seja na praia, na roça, viajando, no banheiro, no smart, no tablet, nas tvs, nas geladeiras, em qualquer superfície. É muito ruim nos sentirmos off-line. Dá uma solidão dos diabos, uma sensação de que estamos perdendo algo único que está acontecendo agora. Mudou a nossa forma de consumirmos notícias. Precisamos de informações instantâneas pois são elas que nos alimentam, hoje mais que o pão.(em sua maioria, porcaria, informações tóxicas, distorcidas e traduzidas para o consumo ou para impor as vontades de algum poderoso operando suas máfias). Há uma revolução mutante acontecendo e 2013 será um ano de novas conformações nesse movediço mundo novo. É um universo que ainda tem muitos terrenos inexplorados, posto que é infinito. Mesmo assim, muitos ainda resistem e continuam pensando analogicamente. Velhas mídias não vão morrer, mas terão de se adaptar. Com isso, velhos empregos vão sendo extintos. Quem não tiver a capacidade de se reinventar será excluído ou terá papéis terciários. E você? Vai mergulhar na virtualidade ou resistir na densidade analógica, mesmo sabendo que a nuvem computacional avança e atropelará tudo que estiver pela frente? Talvez possamos buscar o equilíbrio, intercalando internet e cachoeira, Então é isso! Um 2013 orgânico para todos...porém on-line. Vamos viver... mesmo porque a outra alternativa  vai ficar um pouco pra frente... 

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