sexta-feira, 15 de junho de 2012

NOTAS CULTURAIS ( coluna do bom dia)



SERENATA MUITO BACANA

Foi uma ideia bem original do meu amigo Weber Ferreira. Ele criou uma promoção na Rádio Alternativa onde  o vencedor  ou vencedora ganharia uma serenata de presente no dia dos namorados. Quer dizer, uma serenata feita para a pessoa amada, com muitos presentes junto. No dia previsto foi feito o sorteio e pintou um problema de produção. A esposa do vencedor trabalhava à noite. Mas o Weber conversou com o vencedor e propôs que fossemos até o local de trabalho dela, que seria mais surpreendente ainda. Ele topou. Fomos eu, Rômulo Rás e Weber, juntamente com o vencedor da promoção e seu filho. Descemos pela rua já tocando, os moradores admirados olhando. Chegamos ao local onde ela trabalha, o bar Yakisoba, perto da Funcec. Entramos tocando músicas de serenata, enquanto as flores eram ofertadas a amada, além de outros presentes da Rádio Alternativa. O Weber entrou ao vivo na rádio e foi muito legal. No Yakisoba, além do casal vencedor, tinha um público de pessoas da Funcec, todos extremamente receptivos. Essa epopeia foi registrada em fotografias pelo Raoni e quem quiser ver, só acessar pelo facebook do weber ferreira. Como disse o Erivelton, tem de rolar outras.

EGONORANCIA

Conversando com meu amigo Rodolfo Mendes pelo face, cheguei a uma conclusão interessante. Existe um tipo de ignorância que advém do ego. Sabe aquela pessoa que se ancora numa autoestima exagerada e não admite os próprios equívocos, não revê posições, não aceita ser contrariado, nem refutado, nem questionado? Pois é! São os egonorantes! Deus nos livre deles.

MONLEVADE ROCK FESTIVAL

Começamos a conversar na internet sobre a possibilidade de criarmos um Festival de Rock em Monlevade, em local ainda a definir, com a presença das boas bandas locais. Muita polêmica a partir do proposto. Sobre o nome, ainda não chegou-se a uma conclusão. Sobre local, uns acham que tem de ser num lugar pequeno, pra muvucar. Outros acham que tem de ser num local maior, quem sabe na praça do povo, para dar uma dimensão maior ao evento. Há quem ache que tem de ser de graça, que as bandas não devem nem cobrar cachê, mas também sabemos que algumas bandas só pra sair de casa já tem despesas. É aquela questão: entre o sonho e  a realidade, tem  o “ fazer “. Tem de pensar em soluções e não em problemas . As bandas novas não tão nem aí. Querem é tocar, querem é vitrine, se possível com um bom público.Se não der pra fazer algo MEGA, que seja num local menor, mas de forma organizada, vitrine bacana, bom som. Algumas bandas e pessoas talvez nem queiram participar , pois não se manifestaram até agora. Algumas bandas interessadas vem se manifestando. As conversas pela internet tem de seguir. Penso que algumas coisas dá pra resolver de forma virtual. Mas vai ter de rolar uma reunião presencial pra afinar as ideias. Vai precisar de seguranças nessa reunião. Vejo que tem uns negos brutos na parada. Tem a questão levantada de que nada funciona de forma anárquica, de que precisa de alguém pra assumir como produtor da parada. Não pode ser mais de um? Tem a Carla Lisboa, tem a Lutécia, que ajuda, tem o Marcelo Sadam, o próprio Marco do Infocus, o Victor Vianna e tem as bandas, que podem e devem colaborar mais no debate. Configura-se assim os PRODUTORES ASSOCIADOS. Enquanto a reunião presencial não rola, participem dos debates no MONLEVADE ROCK FESTIVAL no face.

PARTIDO CULTURAL

Vejo com muito positivo o amadurecimento da ACORDAR CULTURAL, que vai assimilando conhecimentos para assumir um protagonismo cada vez maior na cultura regional. Nataniel e Andrea tem buscado conhecimentos e demonstrado uma consciência cada vez maior sobre a cultura. Temos muitas ideias que convergem bastante.  Penso que a formação de associações garante a sobrevivência da cultura, com capacidade de extrapolar governos e ideologias. Outras  associações vem sendo formadas e isso é muito bom. A formação de uma rede favorece a cultura como um todo. O negócio é juntar afinidades e dar sentido aos movimentos.  Só não pode deixar que as diferenças e interesses de grupos prevaleçam ou gerem inamistosidades inconciliáveis. A cultura tem de ser quase que um partido à parte. Nesta rede, a Fundação Casa de Cultura procura fazer o seu papel. Em outro momento, ainda quero discorrer detalhadamente à respeito. Mas é muito bom ver o teatro renascendo nos últimos anos, o forte movimento musical com muitos artistas em diversos gêneros.  Temos muito a fazer, mas também percebemos que avançamos em muitas questões. E termos o que fazer é bom. Ruim é quando não temos perspectivas.

SONHOS POSSÍVEIS

Tem alguns projetos que não conseguimos realizar na primeira tentativa, que a gente tem de lapidar, testar, rever, prospectar, até conseguir realizar. Eu tenho projetos que levei alguns anos para fazer acontecer. Com paciência, vou movendo os processos até viabilizá-los. Alguns projetos não acontecem mesmo, mas não me culpo. Vou adiante. Uma das boas coisas da experiência é que vamos entendendo que tudo tem seu tempo e não cabe atropelamentos. Na próxima coluna, vou falar sobre alguns sonhos/projetos que ainda não consegui realizar, mas que são pertinentes.

ROCK PIRA

Vamos ter de pensar numa data mais à frente. Sendo até o dia 21 de dezembro de 2012 tá bom, pois será antes do fim do mundo. Embora tenhamos num primeiro momento pensado em fazer em julho, para coincidir com as férias escolares, teremos de aguardar mais um pouco para que algumas questões sejam bem resolvidas. Em breve teremos mais notícias.

OUTRAS ONDAS

Já em fase avançado de produção o CD CENAS DA PERIFERIA, com os funkeiros locais. Garanto que todos vão se surpreender com a qualidade. Em breve também, abertura das inscrições para o FESTIAÇO 2012. Em Alvinópolis, o 33º Festival da Música deve acontecer em outubro. 

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