quarta-feira, 18 de abril de 2012

SER RADICAL É PROS FRACOS.


Descer a lenha, encontrar fragilidades pra golpear, difamar, maldizer é fácil demais. Difícil é manter o equilíbrio. Fico pensando no Cristo dando a outra face. Como é difícil não perder o controle. Somos brasileiros, sangue quente tropical. Eu ainda tenho o agravante de ser descendente de Italianos, vesúvios na alma. Vou praticando pra ver se aprendo a ser menos reativo. Não é fácil. Agora, já está na hora de deixar pra trás essa mania boba de esperar recíproca. Não existe gratidão, mas conveniências. As pessoas falam mesmo. Procuram naturalmente alguma coisa pra detonar. Se você faz um evento que teve 90% de satisfação, os 10% de erros prevalecerão. Os benefícios serão esquecidos. E não adianta. Se você faz alguma coisa, alguém vai encontrar algum rótulo maldito pra colar na sua testa. Se não tiver, vai inventar ou sobrevalorizar algum erro. Se você reagir, será pior. Aliás, o objetivo é esse: desequilibrar, desestabilizar. E se não tiver estômago, melhor nem entrar em certas pelejas. Os petardos virão de todos os lados, inclusive de dentro. As traições acontecerão naturalmente. Devo parar de me surpreender com essas coisas tão humanas e fingir que tá tudo certo. O desafio é conter a erupção italiana. Contar até 10,50,10 mil.

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